Missão
Organizar e tornar visíveis as ocorrências da rede RioSaúde, apoiando decisões rápidas e fundamentadas na assistência, na gestão e na infraestrutura.

Inicializando recursos…
A Central de Monitoramento nasce para dar mais visibilidade, segurança e previsibilidade à rede assistencial. Nesta página, contamos o porquê ela foi criada, como se conecta à estratégia da RioSaúde e quais princípios guiam sua evolução.
Organizar e tornar visíveis as ocorrências da rede RioSaúde, apoiando decisões rápidas e fundamentadas na assistência, na gestão e na infraestrutura.
Ser referência em uso de dados em tempo real para monitorar riscos, qualidade e desempenho da rede, contribuindo para uma saúde pública mais integrada.
Cada ocorrência registrada é uma oportunidade de aprendizagem e melhoria contínua – nunca apenas um número em um relatório.
A operação da RioSaúde envolve hospitais, UPAs, unidades ambulatoriais e estruturas administrativas. Em um ambiente tão complexo, incidentes e ocorrências podem se perder em canais paralelos, dificultando o acompanhamento, a priorização e o registro histórico.
A Central de Monitoramento surge justamente para centralizar essas informações em um único fluxo, garantindo rastreabilidade e transparência entre unidades, coordenações, núcleos de qualidade, TI e gestão executiva.
Unidades assistenciais
Hospitais, UPAs e demais serviços da rede.
Centrais e coordenações
Núcleos de qualidade, operação, infraestrutura, TI.
Gestão e governança
Indicadores para diretoria, comitês e planejamento.
A forma como o sistema é desenhado acompanha princípios da RioSaúde relacionados a transparência, cuidado e melhoria contínua.
A Central não substitui o protagonismo das unidades, mas organiza as informações e aproxima os times em torno do mesmo registro de ocorrência.
Cada etapa da ocorrência – quem abriu, quem recebeu, quem respondeu – fica registrada, apoiando auditorias e aprendizados futuros.
Perfis de acesso, trilhas de auditoria e controles de permissão garantem que cada profissional visualize o que é relevante para sua atuação.
Os indicadores da Central alimentam agendas de gestão, comitês e planos de ação, permitindo priorizar recursos onde o impacto é maior.
2023
Definição do modelo da Central
Mapeamento de fluxos, tipos de ocorrência e necessidades das unidades piloto da rede.
2024
Implantação do piloto
Início da operação com unidades selecionadas, foco em segurança do paciente e infraestrutura crítica.
2025
Expansão de módulos e indicadores
Incorporação de novos tipos de ocorrência, dashboards executivos e integração com outros sistemas da RioSaúde.
Se você faz parte da rede RioSaúde e deseja entender melhor como a Central pode apoiar o seu serviço, entre em contato com o time responsável para alinhar treinamentos, fluxos e próximos passos.
Falar com o time responsável